sábado, 17 de novembro de 2018

Sujeitos como cidadãos sociais


         Reflexão sobre duas disciplinas que acho que suma importância para o início da licenciatura em pedagogia, corporeidade e Escola cultura e sociedade, as duas disciplinas se entrelaçam entre professor aluno professor num viés crítico e sensível. Escolhi 4 textos para elucidar a minha escolha.

Hoje passamos por diversas mudanças socioeconômicas e espaciais, desde gênero até a cultural. Que em sua maioria tem como um foco principal divisão hierárquica e suas diversas características desde físicas até as relações de poder. Quando se fala em escola, lembramos primeiramente do professor, pois trazemos a recordação eterna de alguns mestres. Quando falamos em comunidade logo, lembramo-nos do lugar do qual estamos inseridos e retiramos as vivencias culturais.
Na atualidade, percebemos diversas inadequações na educação, no qual é atribuída a escola, mas sabemos que este momento é da sociedade como um todo.
Sabemos que a educação gera uma crise de saberes, mas devemos ser perceptíveis às ações desenvolvidas tanto pelos discentes como pelos docentes isso trará grandes reformas educacionais para o país. A identidade da escola é constituída de vivências, cada indivíduo ingressada em determinado grupo social ou virtual para ser visto como grupo e não indivíduo individualista. A escola deve ser identificada como espaço desenvolvimento e de aprendizagem, ela deve se envolver nas experiências vividas pelos alunos. Isso significa considerar aspectos sociais, culturais e históricos.
Devemos nos conhecer para então termos um conhecimento sensível de como o novo é um fator de conhecimento. A territorialidade escolar pode assumir uma dimensão local e também social, quando os alunos, pais e professores fazem manifestações tanto cultural e estética dentre outras associadas, pois marca seu espaço. O homem foi criado através da intervenção humana, assim, fez-se a criação de um ser. Do qual foi programado para diversas capacidades devemos ter um olhar diferenciado para a territorialidade da sala para que assim possa dar continuidade às ações dos alunos. O questionamento a ser feito sobre a existência de um conhecimento superior dito perfeito é que estamos cada vez mais frios, mecanizados com tudo e com todos. Todas as ações tornam-se mecânicas e automáticas.
 É fundamental formar cidadãos críticos, são estes processos que norteiam a formação. Cada sociedade possui suas próprias condições, que assim recebe uma educação racional, para que se possa saber o que é adequado e inadequado para determinados momentos. Cérebro e mente, andam juntos quando se trata de aprendizagem, já que professor passa a informação para o aluno processá-la em conhecimento e assim transformá-la em conhecimento, isto é, o aprendizado humano.
            Não é possível classificar modos de ser humano e que nos faz pensar sobre o quanto ainda desconhecemos acerca de nós mesmos e, consequentemente, acerca dos OUTROS. Há uma necessidade de compreender os vários campos do conhecimento para sermos capazes de transformar o senso comum em conhecimento científico e durante todo o processo de construção.

Referências

CANDAU, Vera Maria Ferrão. Sociedade, cotidiano escolar e cultura(s): uma aproximação. Educ. Soc. [online]. 2002, vol.23, n.79.
NOÉ, Alberto. A RELAÇÃO EDUCAÇÃO E SOCIEDADE Os Fatores Sociais que Intervém no Processo Educativo. Publicado na Revista Avaliação Universidade de Campinas, vol. 5 nº 3 (17) ? Setembro 2000.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia : saberes necessários à prática docente. 6. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
Uma complexa trama transdisciplinar. In GONÇALVES; C.J.S. Corporeidade. Revisão do Conceito. Tese de Doutorado. UNIMEP. 2005

domingo, 30 de setembro de 2018

Observação sala de aula

A aluna Geneci super carismática retornando aos estudos depois de muitas indas e vindas. Uma pequena entrevista com a aluna.













O aluno Jandrey super sorridente deu a sua entrevista para o estágio.




O aluno Silvio sonha em comprar a sua casa própria já viajou para vários lugares sem saber ler e quer aprender mais para continuar viajando.












A aluna Vera quer aprender a ler e escrever para ter uma oportunidade de emprego melhor e ajudar mais em casa.



Percebo que políticas públicas só são eficientes quando temos condições de ofertá-las.

sábado, 29 de setembro de 2018

Minha escola de estágio

https://www.google.com.br/search?q=escola+gentil+em+alvorada

Farei o meu estágio na  Escola Estadual de Ensino Básico Professor Gentil Viegas Cardoso que fica localizada na rua: Gaviões, 350 Bairro: Jardim Algarve- Alvorada-RS com 2 linhas de ônibus uma quadra poliesportiva na esquina da escola, a duas quadras um praça de lazer com supermercado e diversos comércios para as demandas da comunidade. A comunidade é bem ativa junto a escola e a escola com a comunidade, com espaços revitalizados pelos pais e alunos em conjunto, brechó solidário dentre outros.
   A escola está localizada numa zona que se pode dizer de renda média, mas com muitos alunos na linha da pobreza. Diversos alunos vêm até a escola de van escolar na qual o seu valor é em média de R$300 reais, outros vem de transporte público e outros caminhando. O celular não é permitido na escola, pois existem muitos casos de roubos nas redondezas da escola. A escola, digo em questão de aluno, existem alunos com dificuldade de locomoção e os próprios alunos são muito solidários, com isso há a integração entre os alunos lema da escola é “ Somos todos Gentis”.

domingo, 10 de junho de 2018

Uso do Celular

Ainda sobre o uso do celular na sala de aula, fiz um M-LEARNING sobre os benefícios da sua utilização na sala de aula.


Mapa Conceitual


Os professores queixam-se em demasia sobre o uso do celular na sala de aula, mas  não usam a seu favor não conversar com os alunos com a comunidade escolar. Por diversas vezes surpreendi colegas que passam a aula toda no celular e quando aluno vai mexer é massacrados. Então pensei numa aula de tecnologia usando o celular.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Inovar

Como inovar se alguns não querem sair da zona de conforto? Para isso devemos ter compromisso que estamos lidando com o crescimento social e cultural dos nossos alunos.
Mas  que é a Inovação pedagógica além de  buscar repensar e reconstruir estrutura da instituição escolar. Como podemos auxiliar e melhorar a informação que tentamos passar para nosso educando. Cunha (2004) elucida que “inovação pedagógica é a mudança na concepção da ciência que permite reconfigurar conhecimento para além das regularidades propostas pela modernidade”. Então são novas formas de como entender o ensino aprendizagem e suas práticas educativas. Para a autora essa inovação advém do educador conceber novos aprendizados e auxiliar educando nas suas potencialidades.

Escolas e Escolas



Hoje pela manhã comecei a refletir sobre as escolas na qual trabalhei e nas quais não quero voltar nunca mais, nunca é uma palavra forte, mas com determinada gestão, autoritárias que se dizem democrática freirianas. Quando a gestão está reunida na sala dos professore é para humilhar, chamar de acéfalas, autistas, vagabundos, essa não é a escola que eu quero para mim, para os meus alunos.
Então me lembrei da atividade desenvolvida na aula de Seminário Integrador VII, na qual há um relato dos professores reunidos na sala dos professores: da professora Orquídea que utiliza a pedagogia diretiva nas suas aulas, no qual os alunos tem que permanecer enfileirados, e, ela é a detentora do saber. “Acho que esses alunos de hoje não querem estudar, não dão a menos atenção para o que eu falo e só conversam”. Da professora Margarida que é construtivista no qual prioriza a interação do sujeito com o meio e o estudo é igualitária a todos ela trabalha com desafios, esclarece dúvidas pontuais esclarece possíveis questionamentos é algo espontâneo e não engessado. Da professora Rosa construtivista relacional, ela estabelece relações com os alunos, pois é instigada a saber quais são as dificuldades que permeiam os alunos naquele momento, o que será trabalhado em sala de aula é decidido pelos alunos “eu nem me meto”. Do professor Cravo que leciona em instituições distintas uma pública e outra particular no qual faz relações de ensino entre os alunos. Sem falar do diretor nada.
Não quero me tronar que nem esse diretor pelas más influencia quero ser uma profissional de Excelência, pois estou estudando para isso e muito. São inenarráveis as noites que passo em claro lendo e relendo eu sei que necessito estudar mais e mais para alcançar a excelência, mas estou no caminho certo.

Referências

BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.89-96, 01 jun. 1994. Semestral. 19(1).