sábado, 10 de março de 2018

Escola Democrática

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O professor tem um papel fundamental no ensino dos seus alunos, pois ele é o que busca estratégias de ensino que propiciaram a ocorrência da aprendizagem. Os indivíduos aprendem de forma diferente, sendo assim uma única estratégia pode não atingir a todos os educandos.
Freire (1996) elucida “O educador, cujo campo fundamental de reflexão é a consciência do mundo, criou, não obstante, uma pedagogia voltada para a prática histórica real”. O professor deve ser o coautor desse ensino que é identificado através do espaço desenvolvimento, que é a comunidade escolar, todavia o professor envolve-se com as experiências vividas pelos alunos e com o meio em que eles estão inseridos. Isso significa considerar aspectos sociais, culturais e históricos.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Como estrelas na terra, toda criança é especial

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A dislexia é uma doença neurológica que afeta os pacientes causando dificuldades na aprendizagem mais precisamente em aprender a ler e escrever.
Essa doença muitas não é levada a sério por muitas pessoa que acham que, não é nada só falta de interesse e má vontade.
O primeiro rumor sobre dislexia foi em 1872 na Alemanha, pouco tempo após esse evento o Dr. A. Kussmaul propôs um estudo sobre esse assunto. Hoje em dia existem muitos estudos sobre o assunto trazendo meios de trata essa doença fisicamente e psicologicamente.

Dificuldades
Dificuldade na leitura e na escrita;
Dificuldade em soletrar e falar outras línguas;
Falta de interesse por livros;
Dificuldades em quebra-cabeças;

O professor com um olhar mais atento consegue verificar que há de especial em cada aluno e que cada um tem sua peculiaridade e um potencial.


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Morin






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Morin trata da cegueira como a educação é conduzida que tipo de informação é passada. Quanto mais informação e conhecimento o individuam possui e busca terá menos risco ao erro. Todo o conhecimento comportará risco do erro e da ilusão, mas a educação precisa ensinar e nesse processo consiste a aprendizagem. Sem esquecer-se do sentimento-razão, alma-corpo dentre outros. Para tanto a educação deve mostrar que o conhecimento não deve ser ameaçada pelo erro e pela ilusão.

MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo, SP: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000.

Nota Técnica 04/2014



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A inclusão dos alunos está assegurada pela CF1988 ‘’A inclusão de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação em escolas comuns de ensino regular ampara-se na Constituição Federal/88 que define em seu artigo 205 “a educação como direito de todos, dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, garantindo, no art. 208, o direito ao “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência”. Ainda em seu artigo 209, a Constituição Federal estabelece que: “O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições: I - cumprimento das normas gerais da educação nacional; II - autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público”.

Sabe-se que a inclusão não é efetiva, mesmo que a Nota Técnica 04/2014 informa que não é obrigatório o aluno possuir laudo para ser incluso na escola. Mas há condições para estes discentes permaneçam nas escolas sem serem excluídos? A escola pública possui recursos para disponibilizar materiais para os alunos de inclusão? As políticas públicas não estão sendo eficazes neste quesito, pois em muitas escolas não se pode reprovar o aluno. Sabe-se que deve avaliar o que o aluno aprendeu até aquele momento, mas como fazê-las sem os recursos adequados. Então, cabe a professor ter um olhar sagaz para cada aluno e tentar da melhor maneira possível adaptá-lo sem excluí-lo para que assim ele sinta-se integrado naquele meio escolar.

Referências

Nota Técnica 04/2014. Disponível em <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15898-nott04-secadi-dpee-23012014&category_slug=julho-2014-pdf&Itemid=30192> acesso em 15 Nov de 2017

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dialogicidade

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Paulo Freire mostra uma visão de mundo sobre a política e seus valores como educador com conceitos num diálogo no qual se chama dialogicidade num contexto histórico social e cultural. Com palavras de Freire “a dialogicidade não pode ser entendida como instrumento uado pelo educador, às vezes, em coerência com sua opção política. A dialogicidade é exigência da natureza humana e também um reclamo da opção democrática do educador”. 

domingo, 29 de outubro de 2017

Assessibilidade


Lendo os materiais fui induzida, ou melhor, a curiosidade veio à tona sobre as terminologias utilizadas ao longo do tempo sobre os portadores de necessidades especiais.



Referência

NDGA - UFRGS: Prof. Me. Eduardo Cardoso - Prof. Me. Fabiano Scherer - Profa. Dra. Tânia Koltermann da Silva - Graduandos em Design Visual Camila Chisini e Vinícius Ludwig Strack.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Diversidade

Desde então, a ideia de uma pátria plural, no campo cultural, e de uma identidade híbrida passaram a ser vistas como fatores altamente positivos. Desde já, procuramos uma pátria sem identidade, que se torne abertura para a diversidade da experiência humana e inumana, histórica e supra-histórica. (O tempo da subjetividade, P. 03).

                                                                   Segundo Pereira: 
 
https://www.google.com.br/search?q=diversidade+cultural
Estamos, certamente, mais próximos de conviver em uma sociedade que, por um lado, se reconheça como múltipla cultural e etnicamente e, por outro lado, reconheça as diversas diferenças que, para além do tema étnico e racial, habitam o espaço deste imenso país. Mas, importa salientar que o convívio das diferenças não tem sido experiência fácil, nem mesmo nos campos da mídia ou da produção cultural de massa, que procura mais rapidamente se adequar aos novos tempos e às novas necessidades de consumo. Na escola, o convívio ainda é mais problemático, tanto dos jovens entre si quanto entre os professores e os jovens. Isso quer dizer que muito ainda há para ser feito, de modo que aquilo que é glorificado pelos textos e pesquisas acadêmicas se converta em experiência histórica para todos os brasileiros. (O tempo da subjetividade, P. 03).

A identidade é constituída de vivência de mundo, cada indivíduo ingressa em determinado grupo social ou virtual para ser visto como grupo e não indivíduo individualista.

Conforme Pereira:
De toda a forma, a questão das identidades apresenta-se como atual e cotidiana, já que não se trata mais da tentativa de descobrir quem realmente somos ou quais as verdadeiras raízes da nossa existência. O que está em jogo é construir referências, a partir de onde os indivíduos e os grupos possam olhar a si mesmos como parte de algo que ultrapassa os limites do seu presente. Trata-se, antes de tudo, de construir memória, passado e história, a grupos e indivíduos que, até então, estavam fora das políticas de pertencimento. Isto é, não pertenciam a uma história, não tinham um passado e não partilhavam com outros uma memória a partir da qual pudessem ver a si mesmos de modo afirmativo. (O tempo da subjetividade, P. 04).

A sociedade deve ser identificada como espaço desenvolvimento e aprendizagem, ela deve se envolver nas experiências vividas pelos alunos. Isso significa considerar aspectos sociais, culturais e históricos.

Referências


PEREIRA, Mullet Nilton. Tempo da subjetividade. Curso de Aperfeiçoamento Produção de Material Didático para Diversidade 3 Ed. Porto Alegre, 2013